segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Aquele simples do dia

Aquecendo os motores. Está chegando o dia e a hora. Faltam apenas 7 dias! Tudo o que me apresenta a alma é felicidade e tristeza ao mesmo tempo.

Se eu pudesse comentar sobre tudo o que percebo no meu dia, o conteúdo não caberia num blog. Talvez caberia, só não teríamos paciência suficiente para ler, não é mesmo caríssimos? Quando chega o fim de semana, me sobrevém uma preguiça que não consigo explicar a origem. Não me interesso em escrever. Enfim, mais um período das trevas.

Hoje dei mais uma aula de matemática para economia. Na verdade, foi micro-economia mesmo. Tive que explicar o conteúdo, o qual não domino 100%, mas não foi uma situação muito preocupante.

Ainda à procura de casas para morar. Mas, agora estão vindo mais opções e minha espectativa está melhorando. Espero que tudo corra bem...

Acabei de perceber o significado do Twitter como mini-blog. Os 4 últimos parágrafos bem poderiam virar alguns twitts, resumindo-os um pouco mais.

OFF: Fico deveras impressionado com as músicas do Coldplay.

"Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try 
To fix you"

O sentimento materializado e à flor da pele.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Acomodados funcionais

Por que será que tentar entender um pouco mais do mundo à sua volta lhe pesa a tag de maluco? Parece que as pessoas (as que buscam um pouco de conhecimento, embora limitado) determinam a seguinte máxima: "só se deve obter do mundo um conhecimento fragmentado. Isso que é ciência! Caso vossa senhoria vá além da 'área' que lhe foi designada aprender, será taxado de maluco." Bom, e assim todo aquele que não consegue imaginar as coisas à sua volta desassociadas, numa relação de independência, vai, nesse ponto de vista, ser o maluco da vez. É necessário, para se fazer ciência, fragmentar o conhecimento. Isso facilita a abordagem que se quer fazer. Entretanto, o mundo não é um quebra-cabeças! Imaginem uma dançarina e um atleta de jiu-jitsu. Praticamente antagônicos. O que entre eles há de relação? Ambos dominam técnicas de movimentação corporal. Nesse ponto, a Física e a matemática surgem no estudo desses movimentos. Por sua vez, a Biologia sabe muito bem que a execução dos movimentos num organismo vivo requer inúmeras relações entre seus sistemas e órgãos, enquanto a Nutrição dá inúmeras recomendações de alimentação para que o corpo trabalhe da melhor forma. A Química vê no metabolismo animal um berço cheio de reações químicas fundamentais. A arte dá sentido a todo movimento e lhe dá destaque digno de apreciação. Por outro lado, o atleta ou o artista podem ser acometidos de doenças das mais variadas, inclusive as da mente [Medicina]. Podem ser neuróticos ou neurastênicos, o que já é escopo da Psiquiatria. Sua relação com a platéia ou público, com o seu técnico ou sua equipe, consigo mesmo em termos de motivação são objeto de estudo da Psicologia. Enfim, não há dúvidas que tudo está interligado e, para termos o melhor entendimento de como as coisas à nossa volta são e funcionam, temos que ter um olhar que perpassa a área que escolhemos aprender. Depois disso, meus caros, eu concluo: não sou eu que sou maluco, são essas pessoas que tem preguiça de ler e se intruir. São, na melhor das hipóteses, acomodados funcionais.

Vou ali mentir um pouco dar uma aula de cálculo aplicado à micro-economia. O nome é feio, mas não é nada demais...

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O 'estrapafúrdio' bolo da pós-modernidade

Boa noite.

Ontem me esqueci de atualizar o blog!!! Isso deve acontecer frequentemente, meus caros...Mas, hoje lembrei, e é isso que importa.

Bom, hoje estava na universidade conversando com uma colega, namorada de um amigo, e falávamos a respeito de comidas, mas especificadamente de bolos. [risos] Nada de estranho em se fazer um bolo, mas a referida colega fez um desses com uma carga filosófica muito grande. Chamei-o de o bolo da pós-modernidade. Já explico. Ela estava muito empolgada por ter feito um bolo que chamava de napolitano. Sim, daqueles que 1/3 é preto, 1/3 é branco e 1/3 é rosa. Os recheios, segundo a mesma, deveriam ser contrastantes com as cores. Para a parte preta, um recheio de coco (branco). Para a parte branca, um recheio de chocolate (preto). Para a parte rosa, um recheio de goiabada (tá, nessa parte não tem contraste). No mesmo instante, imaginei (por causa da palavra contraste) aquele simbolo antigo oriental, o Yin-yang. Sim, nele consta o contraste entre o preto e o branco, entre o fraco e o forte, entre o rico e o pobre, entre o homem e a mulher. E foi nessa parte, que, ao tentar associar o bolo a esse símbolo, me veio a pergunta: e a parte rosa? Não pude evitar a conclusão, meus caros. Estava mais que evidente. A senhorita (senhora?), sem tomar partido da consciência, fez o Bolo da Pós-modernidade, no qual o contraste é trino. Não mais homem e mulher, mas homem-mulher-homo. Nada mais a comentar...



Queria falar sobre algo que vi agora pouco, quando fui à padaria comprar um lanche. É algo que me deixa tão incrédulo quando acontece quanto se visse na minha frente um porco verde de bolinhas rosas. Mas, há gente para todo o tipo de 'estrapafurdismo'. Sempre observo alguns casais de namorados. Algo que vejo muito é a maneira como o macho 'conduz' sua fêmea pelo caminho que trilham. Digo isso, pois é o que me parece. O macho (alpha?) põe sua mão na nuca de sua amada, naquele comum movimento de pinça que a mão humana faz. E dessa maneira se vão os dois pombos andando pela cidade. Meus caros, sempre que vejo cena parecida me parece que estou vendo um sequestrador levando sua vítima rua à fora. Não raro é outro modo de conduzir sua respectiva: passar o braço pela nuca dela como se estivesse pendurado no pescoço da coitada. Outra cena 'estrapafúrdica'! Que coisa! É tão mais fácil [e mais romântico, diga-se de passagem] segurá-la pela mão ou cintura e andar/conduzir. Não precisa proteger sua fêmea tão de perto animália! Olha, se você faz isso, para que tá feio...Se você deixa andarem assim com você, para que tá mais feio ainda...

É... e lá se vai mais um dia. Liguei numas imobiliárias, mas não consegui resultados muito bons. No futuro, veremos o que se dará...

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Opera Evangelium

ALERTA: Essa postagem tem conteúdo nerd acima do normal. Se quiser prosseguir, não me xingue depois.



Nossa, lembrei que tenho que escrever hoje!!!

[Nerd mode=on] 

Por que eu não tinha descoberto antes o Opera 11? Que coisa, usava o Firefox antes e achava-o o melhor navegador. Redondamente enganado eu estava. O meu computador é muito fraco. Acreditem, ele tem apenas 512Mb de memória RAM. Terrível, mas eu sobrevivo. Por esse motivo, tenho que procurar por programas que sejam estáveis, isto é, que não fiquem travando e fechando automáticamente durante algum trabalho que eu estiver realizando. O Firefox era mestre nisso. Agora, testando o novo Opera, encontrei rapidez aliada a um design que a raposa de fogo nem pensa em alcançar, além de estabilidade e um gerenciamento de abas fantástico. Estou mais que satisfeito e recomendo!

[Nerd mode=off] 

Bom, caríssimos. Hoje estou feliz. Meu domingo foi tranquilo. Não estudei, estava muito quente e eu estava com muita preguiça. Não sei qual motivo sobressaiu-se.

Tem uma frase que li no Twitter outro dia. Era do Twitter do Caminho da Graça e constava uma interessante observação a respeito do Evangelho de Cristo e do Ser humano. Na verdade, ela me explicou uma dúvida que me cansava a tempos. Primeiro a dúvida depois a frase. O que me pertubava: para ler a Bíblia é necessário que se faça de uma maneira pra evitar interpretações erradas. Para tanto, recorre-se ao contexto, ao que o autor queria dizer, à língua original etc. São vários os recursos para evitar um erro grosseiro de interpretação. Ai eu me questionava como seria difícil então para um leigo (como eu) ser salvo, se isso dependesse da minha correta interpretação dos textos bíblicos. A frase foi a seguinte: Difícil não é entender a doutrina do evangelho, mas ter coragem de entregar-se completamente. E isso me fez cair a ficha de uma maneira linda. Então, conclui que, em parte, aqueles que são indoutos devem ser ensinados por quem tem maior facilidade de entender a doutrina e de explicá-la. Mas, isso não é o suficiente. A doutrina do Evangelho implica renúncia de vida e para isso deve-se ter coragem. Por outro lado, aquele que é doutor nisso também não tem muito do que se gabar, pois se não tiver a mesma coragem de um idouto para se entregar, também não terá sua salvação. Ora, a doutrina de Cristo é muito bem aceita e entendida por muitos. O difícil é engolir as atitudes do próprio Cristo e vivê-las! Dai vem um engraçadinho e me pergunta: ah...mas você vive isso? Meu amigo, sou tão ser humano e dependente de DEUS como tu és. Cabe a nós dobrarmos nossos joelhos diante dAquele que foi, que é e será eternamente o SENHOR de tudo: Jesus Cristo.

Obrigado Jesus...

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Saudade, já...

Para você, que é mais do que especial. Que é a chata mais legal. Que é a pequena do coração mais grande. Para ver a falta que você me faz...

Te amo,
Weris. 

Sua vida vale mais

Quer fazer um favor amigo[a]? Desligue o som e o monitor ai do seu computador e presta atenção na pessoa que vai aparecer.







Pronto?

Como foi essa experiência? Deu para perceber o quão 'neste' lugar você está? Deu pra perceber que de fato você não está navegando e que continua dentro do mesmo mundo? Se você não se sentiu como se tivesse acordado subitamente de um sono, de duas uma: 2) você não saiu do mundo virtual, quer dizer, continuou com o pensamento lá no scrap que estava mandando ou na janelinha do msn que piscava ou mesmo na última mensagem não lida da sua caixa de e-mail; 1) você ainda estava com a mente muito focada no mundo real.

De longe, a melhor condição é mesmo a número um.

Meus caros, nós somos abduzidos para dentro dessa tela luminosa. Nossa mente é canalizada, se encaixa aqui dentro e divaga. Divaga em nossas vaidades. Se perde dentro da própria consciência. Mas, contrariando o que se pensa: não fazemos outra vida. É apenas a face de uma mesma moeda. A diferença está em viver dentro da sua própria mente, nos diálogos mudos e às vezes monótonos que nos prestamos a manter.

Na internet, você cria inúmeros perfis que são apenas meras aproximações de você. No fim, todos nos relacionamos com meras aproximações de seres humanos. E mais, as vezes com meras criações da mente. Outras, não raras, com meros bots, ou robôs. E não é difícil que se conclua: divagamos nas mentes aproximadas e criadas de indivíduos que não deixaram de ser mais do que frágeis seres, biológicos e reais, tal qual aquele que tu vistes no início dessa postagem...


A vida é tão rara...

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Lingua Brasileira com Bórax e ritmo. Bórax e ritmo...

Quanto mais absurdo me parece, mais interessante fica. Quanto mais desconexamente você se acostuma a ler, mais adaptado estará aos meus textos aparentemente sem pé nem cabeça. Mas, é exatamente isso. Nosso dia não tem pé nem cabeça. Os tem você!

Estava fazendo uma leitura de um manual de saneamento. Não sabia que as baratas eram dadas a bebidas fermentadas. Quer dizer, elas adoram cerveja. Eu sabia muita coisa sobre as baratas. Sabia que elas tem aparência idêntica desde pequenas até morrerem esmagadas por você e sabia que seriam as únicas criaturas a sobreviver após um desastre nuclear. Mas, o que chamou minha atenção foi a sugestão de coquetel 'baratal' do barman escritor do referido manual: Bórax* com cerveja. Mas, se formos olhar na perspectiva de uma barata que não está nem ai pra sua vida, até que seria uma ótima bebida. Afinal, as baratas não vivem tanto assim...Talvez o efeito de torpor lhe parecesse mais importante que continuar a viver. Isso não é tão absurdo assim, quando a gente sabe que inúmeros jovens preferem fazer coisas tão mortais quanto tomar cerveja com Bórax. É a galerinha da mentalidade de uma barata.


Queria falar da nossa Língua. A brasileira. É de uma sonoridade incrível. É tão legal articular as palavras do Português. Soa tão mais poético quanto qualquer outra língua que eu tive contato. É simples: basta falar desordenadamente quaiquer palavras. O que vale é a sonoridade, o ritmo. Veja só: "Num simples torpor da natureza inconclusiva do passo afim, que, de súbito, a vida se torna um viés de puro ritmo e melodia. Ritmo e melodia. Tanto assim, que a gente sabe até que do céu há luz. Há paz, há luz, há paz. Jaz aqui um grande ser..."

Nem tudo sai como a gente espera... Essa frase [com todo o pesar], simplesmente resume meu dia. Haverá um dia que tudo será diferente. Ah...haverá...

* Bórax: Produto químico muito utilizado em inseticidas.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Beduínos atormentados por ar condicionado

Depois que a gente começa a escrever sobre o nosso próprio dia, começamos a perceber que vida não é tão monótona assim. Na verdade é um mix de sentimentos, pensamentos, ações, palavras, percepções, aprendizado e idiossincrasias que nos deixam por vezes atordoados, assim como se passássemos repetidas vezes de uma sala à temperatura ambiente para outra com o ar condicionado. Deve ser por esse motivo que também às vezes, na nossa vívida linha do tempo, soframos dores de cabeça e alguns tipos de 'viroses' psicológicas...

Hoje fui cotar uns preços de notebooks cidade à fora. Vendem-se aqui notebooks (e correlatos) tal qual se venderia água aos beduínos de um deserto. E de fato nós somos beduínos da era da informação, nesse lugar é claro. Olhando para o mundo, já deveríamos nos sentir assim só de saber que moramos no Brasil. Certa vez ouvi uma má língua afirmar que existe de fato viagem no tempo e para tanto bastava-nos sair de nosso país e viajar para o Japão. Seriamos transportados cerca de 300 anos à frente do nosso presente.

Algumas coisas são tão intrigantes. São tão complexas. Tão mais complexas quanto o que se chama de complicado. E são coisas tão corriqueiras, tão no sentido do existir mais essencial, que deveriam ter respostas mais fáceis. Deve ser que viver mais fora da essência torna as coisas mais simples.

Outras coisas são fantásticas. Para mim as mais esplêndidas produções humanas são suas músicas. Não consigo dicernir a causa: você apenas sente e é influenciado. Você se rende. Se rende ao seu próprio sentimento, que a música traz somente à evidência. Ela te invade e te sugestiona. Voçê apenas faz. Cuidado meus caros. Caso típico de hipnose, em que você mesmo se faz entrar num profundo sono da realidade, mas vigia em teus sonhos.

E se há um lugar em que não haja tempo, é lá onde não faz nenhum sentido chamar de lá, nem de aqui...nem de acolá.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Cadê o Dr. House?

Nossa pessoas... acabo de chegar do Posto 24hs (hospital) com minha irmã. Ela está com virose [diagnóstico médico]. Eu [e mais umas tantas pessoas] fico intrigado com um tipo de diagnóstico desses. O nome virose é muito genérico e quer dizer 'doença causada por vírus'. Tudo bem. Todos nós sabemos os sintomas que uma doença causada por vírus em geral pode provocar. O que na verdade se espera saber depois de sair de um consultório é o que REALMENTE você tem. Será que é pedir muito? Da vontade de dizer: "Tá...beleza. Mas qual é o vírus mesmo?". Sinceramente, acredito que nem saibam.

Não vou nem falar dos 'fura-filas' de hospital público...ai ai

Hoje aconteceram coisas interessantes no meu dia, mas eu ainda estou muito atordoado. Tomei um remédio e melhorei, mas ainda cançado. Essa semana tá difícil. Eu preciso descansar. Eu não posso descansar. Que dilema horrível!

Agora mesmo tenho que levar um casal que são irmãos da igreja para a casa deles. A esposa dele passou mal e como voltaram tarde do hospital...Hoje meu dia tá que tá...meu pai doente, minha irmã também. Eu, nem se fala. E também os que não são parentes, mas são aderentes. É assim mesmo, depois tudo melhora.


Dedico o meu dia àquele que é Digno de receber toda Glória e Majestade: Jesus Cristo, autor e consumador da minha fé.