Boa noite.
Ontem me esqueci de atualizar o blog!!! Isso deve acontecer frequentemente, meus caros...Mas, hoje lembrei, e é isso que importa.
Bom, hoje estava na universidade conversando com uma colega, namorada de um amigo, e falávamos a respeito de comidas, mas especificadamente de bolos. [risos] Nada de estranho em se fazer um bolo, mas a referida colega fez um desses com uma carga filosófica muito grande. Chamei-o de o bolo da pós-modernidade. Já explico. Ela estava muito empolgada por ter feito um bolo que chamava de napolitano. Sim, daqueles que 1/3 é preto, 1/3 é branco e 1/3 é rosa. Os recheios, segundo a mesma, deveriam ser contrastantes com as cores. Para a parte preta, um recheio de coco (branco). Para a parte branca, um recheio de chocolate (preto). Para a parte rosa, um recheio de goiabada (tá, nessa parte não tem contraste). No mesmo instante, imaginei (por causa da palavra contraste) aquele simbolo antigo oriental, o Yin-yang. Sim, nele consta o contraste entre o preto e o branco, entre o fraco e o forte, entre o rico e o pobre, entre o homem e a mulher. E foi nessa parte, que, ao tentar associar o bolo a esse símbolo, me veio a pergunta: e a parte rosa? Não pude evitar a conclusão, meus caros. Estava mais que evidente. A senhorita (senhora?), sem tomar partido da consciência, fez o Bolo da Pós-modernidade, no qual o contraste é trino. Não mais homem e mulher, mas homem-mulher-homo. Nada mais a comentar...
Queria falar sobre algo que vi agora pouco, quando fui à padaria comprar um lanche. É algo que me deixa tão incrédulo quando acontece quanto se visse na minha frente um porco verde de bolinhas rosas. Mas, há gente para todo o tipo de 'estrapafurdismo'. Sempre observo alguns casais de namorados. Algo que vejo muito é a maneira como o macho 'conduz' sua fêmea pelo caminho que trilham. Digo isso, pois é o que me parece. O macho (alpha?) põe sua mão na nuca de sua amada, naquele comum movimento de pinça que a mão humana faz. E dessa maneira se vão os dois pombos andando pela cidade. Meus caros, sempre que vejo cena parecida me parece que estou vendo um sequestrador levando sua vítima rua à fora. Não raro é outro modo de conduzir sua respectiva: passar o braço pela nuca dela como se estivesse pendurado no pescoço da coitada. Outra cena 'estrapafúrdica'! Que coisa! É tão mais fácil [e mais romântico, diga-se de passagem] segurá-la pela mão ou cintura e andar/conduzir. Não precisa proteger sua fêmea tão de perto animália! Olha, se você faz isso, para que tá feio...Se você deixa andarem assim com você, para que tá mais feio ainda...
É... e lá se vai mais um dia. Liguei numas imobiliárias, mas não consegui resultados muito bons. No futuro, veremos o que se dará...
1 comentários:
Weris, weris....
Uma brincadeirinha que não podia deixar de fazer, você irá entender: por isso que as vezes, apesar dos pesares, prefiro o meu"!rs
te adoro mocinho...
gisele
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